Do veneno de Calvino à permissividade de Armínio:

Todos aqueles que o Pai lhe der, necessitam dele, de sua salvação e de sua ajuda. É como alguém que conduz a um enfermo para ser atendido, porque o ama e quer que seja curado. Na verdade, é o Pai é que traz esta pessoa para ser atendida pelo Filho. Este é o ato de vir, por intermédio da provisão misericordiosa do Pai: “Todo aquele que o Pai me der virá a mim”. Quem são aqueles que o Pai lhe dá? Seriam os predestinados? Lembre-se que Jesus disse que quem tem o dom do amor é o Pai. O Pai observa os homens da terra e procura os fiéis, isto é, os adoradores. Estes podem ainda não estar em plena atividade, segundo a sua vocação, mas ainda assim por intermédio da sua sinceridade, o Pai os encomenda e os entrega a Cristo. Saulo, por exemplo, pensava estar prestando um serviço a Deus ao tentar prender os membros da igreja do Caminho. Deus viu a sinceridade com que fazia as suas viagens, caçando os membros da novel igreja. O Pai o entregou a Cristo no caminho de Damasco. Nas palavras de Ananias, ele jamais seria recebido. Mas Deus o repreendeu dizendo que ele era um vaso escolhido para realizar as obras de Deus. O vaso foi feito pelo oleiro, mas quem dá destino ao vaso é o seu comprador. Depende para quem nos vendemos, assim é o uso correto de nossas habilidades vocacionais. Mas Jesus é o grande comprador das peças especais no leilão da vida eterna. Não importa como o Pai os envia, o Filho sabe restaurá-los na sua verdadeira vocação. O Filho sabe que, pelo fato de alguém ter sido enviado pelo Pai, não quer dizer que estará bem ao chegar a suas mãos, pois ninguém jamais chegou transformado nas mãos do Filho. O Pai os encontra e os entrega ao Filho. O Pai não entrega ninguém ao Filho porque o Pai acha que deve fazê-lo simplesmente, mas entrega ao Filho aqueles que ele mesmo procura. Para ser achado pelo Pai é necessário sinceridade, pois a sinceridade é fator preponderante. Ele encontrou sinceridade nas ofertas de Cornélio; ele encontrou sinceridade na leitura profética do Etíope; ele encontrou sinceridade no zelo de Paulo. Mas esta sinceridade não tinha poder para predestiná-los à salvação oferecida por Cristo, mas foi o sinal que o Pai encontrou para prover-lhe a oportunidade de salvação. Dependeria de Cornélio a obediência e a procura de Pedro; dependeria do Etíope receber e ouvir a Felipe; dependeria de Paulo obedecer e seguir as orientações de Ananias. Os meios que Deus usa não garantem a salvação de uma pessoa, se ela não obedecer e nem crer na oportunidade que Deus lhes concede aos pés de seu Cristo. Escrevendo o comentário de segunda Timóteo expus a minha compreensão respeito disso: “2 Timóteo 2:20: A eleição dos vasos. A eleição divina não é por acepção de pessoas, nem respeita vaso algum. Não podemos confundir o oleiro com o comprador. O oleiro é o Senhor; ele é quem faz os vasos. Mas o comprador dos vasos é quem dá destino aos vasos. O oleiro faz os vasos para um devido fim. Mas o seu comprador dá ao vaso o fim que achar conveniente. Às vezes o oleiro é o mesmo arrematador; pois quando o vaso está em leilão, o oleiro conhece o valor real do vaso e para que fim foi feito. Numa mansão há vasos para honra e vasos para desonra. Numa mansão há vasos de madeira, de barro, de ouro e de prata. Nas mãos do Senhor, não é o material do vaso que indica o seu fim proveitoso em honra, ou o seu fim proveitoso em desonra. É possível que, nas mãos do inimigo, o vaso de ouro esteja sendo usado para desonra, como Saulo, mas o Senhor o arrematou das mãos de Satanás, fazendo dele um vaso de honra (At 9:15). Assim, o oleiro fica inescusável, pois ele fez o vaso com um fim, predestinado em sua forma e em valor; mas o comprador deu-lhe o destino que quis. Os vasos são tipos das pessoas vocacionadas, pois não nenhuma sem vocação, têm vida e sobre si está o poder daquele que os possui; podem escolher os seus senhores. Paulo usará bem claramente a palavra “dono”, isto é, aquele que lhe dá o seu devido fim, conforme a sua vontade, mas este não é o oleiro. (1) O Pai é o oleiro, mas como a vida o difere do inanimado, e requer do vaso que, voluntariamente, o aceite para que o Pai o conduza ao Filho a fim de este seja o seu único dono. (2) Entendemos que em 2 Timóteo 2:21 está claro que  há vasos que servem apenas para um único fim proveitoso, mas não estão aptos para servirem em toda boa obra. Dependendo do valor, o vaso é útil para a beleza, mas não para o serviço comum. (3) Depende do valor e do material do vaso para que este sirva em toda boa obra. Mas Deus requer que o vaso seja puro, e não simplesmente valioso. Deus requer que o vaso seja santificado e útil. Há muitos vasos a de muito valor, mas inúteis. (4) 2 Timóteo 2:22: Este é o verso da igreja. O vaso deve ser tirado de sua inutilidade no mundo e de seu serviço inadequado, pois é parte da igreja que foi resgatada para servir a Deus. O vaso é também um depósito, é o coração. Este vaso deve estar puro, e ser seguidor da justiça, da fé, do amor e da paz.  (5)  E ainda há os textos de Paulo aos Romanos que merecem um comentário: “Romanos 8:28: O Espírito Santo intercede por nós, mas, antes, ele sabe qual é a intenção de nosso espírito. Ele conhece a vontade de Deus para nós. Ele intercede pelos santos! Não intercede por homens sujos, cujas intenções as conhece perfeitamente. Ele sabe que todas as coisas trabalham conjuntamente para o bem daqueles que amam a Deus. Como todas as coisas trabalham em conjunto? Quando estamos vivendo uma situação na qual sabemos que as circunstâncias favoráveis estão sendo trabalhadas detalhadamente por Deus; sabemos que há mais pessoas trabalhando consciente e inconscientemente para aquele fim. Aqueles que amam a Deus tem um grande privilégio: todas as coisas trabalham a seu favor. Por quê? Porque são boazinhas, porque são predestinadas? Não! Porque elas amam a Deus, e são chamadas por decreto. O rei decretou. Muitos são chamados mas não são escolhidos. Outros são chamados, escolhidos e não efetivados. Quando isto ocorre, é porque os postos foram preenchidos, e já não resta mais lugar. Então Deus entra em ação e decreta. O rei decretou em favor daquele que é chamado, que é eleito, e agora terá que ser recebido pelos demais, pois foi fruto do amor do rei, que o chamou por decreto. Isto somente é possível com a indicação do Espírito Santo, que nos conhece perfeitamente. Romanos 8:29: Lemos em Êxodo 39:33-43 o conhecimento das peças do Tabernáculo, feito por Moisés. Queria saber se eram semelhantes aos planos originais (Hb 8:5). Elas estavam desordenadas, mas estavam prontas. Precisavam ser ordenadas, direcionadas, ungidas, e usadas. Assim estivemos na fase de nosso conhecimento, antes da fundação do mundo (Ef 1:3-5). Em Êxodo 40:1-7 temos a predestinação das peças. O Tabernáculo foi levantado e a Arca foi o primeiro móvel a ser posto nele. A seguir à Arca, o véu foi posto demarcando e estabelecendo naquele lugar a única peça do lugar Santíssimo. A arca estava com isso predestinada ara servir no lugar mais importante do Tabernáculo. Em seguida justamente no lugar santo, foram colocados a mesa, o candeeiro e o altar de ouro. Todos estavam predestinados a servir no lugar santo. O véu foi posto. Finalmente, no átrio, foram colocados o altar de holocausto e a pia de bronze. Todas as peças já sabiam onde iriam operar. A situação era diferente do tempo do conhecimento, quando todas estavam desordenadas e sem saber para que tipo de serviço prestariam. Agora sabiam onde estavam e para que serviriam. Sabia-se também que a predestinação não lhes dava liberdade para operar sem os passos seguintes: o chamado, a justificação e a glorificação. Romanos 8:30: A predestinação ao invés de ocasionar estabilidade, é uma posição de instabilidade. Porque a predestinação é pré-destino. Pode ser aceito, pode ser cancelado, pode ser mudado caso não haja confirmação. A confirmação da predestinação é o atendimento ao chamado. Lendo o texto de Êxodo 40:8-16, vemos que as peças do Tabernáculo a começar pelo interior da tenda e finalmente as peças do átrio foram ungidas. A unção cobriu os móveis do Tabernáculo que por sua vez santificaram o Tabernáculo, quando foram depositados nele (v.9), para ser santo. Este chamado que é para ser santo tem uma marca: a unção que os separa definitivamente; o Tabernáculo foi predestinado para ser santo; o Tabernáculo foi escolhido para ser santo. Assim, todos os sacerdotes, roupas e inclusive o Tabernáculo foram ungidos. A confirmação da predestinação foi dada quando elas receberam a unção que os separou definitivamente para operarem como Tabernáculo e sacerdócio. Lemos em Êxodo 40:17-33 que a justificação requer operação imediata e plena, isto é, usar a matéria prima específica para seu sim próprio. Agora, seguia-se a justificação. A justificação era considerada imputada quando cada peça operasse conforme o propósito pelo qual foi conhecido, predestinado e chamado. A justificação era considerada individualmente em cada peça! Quando o Tabernáculo é levantado e a Arca recebe os seus varais, a sua tampa que é o propiciatório (o trono da misericórdia) é colocada depois que as tábuas do testemunho são colocadas. Não podemos considerar “arcas” que vazias, sem nenhum testemunho querendo fazer o papel das peças verdadeiras. A arcas são justificadas depois de predestinadas. A sua justificação é visto pelo seu serviço sob a ordem e os elementos certos de seu serviço. A Arca estava justificada com o véu posto. Sobre a mesa pôs os pães em ordem, o trigo feito alimento. Perante o Senhor. A mesa estava pronta para operar corretamente com os elementos certos de seu serviço. Quantas meses há que não servem pão e quere tomar o seu lugar no Santuário com todos os seus direitos? Agora chega a vez do castiçal que recebe azeite em frente à mesa, ao lado do sul. As coisas do Espírito Santo são feitas com muita modéstia e discrição. A luz se acende! O castiçal por sua vez está aceso, logo justificado!  Em seguida o altar de ouro é posto e o incenso é colocado sobre ele com todas as suas especiarias aromáticas, conforme a ordem. Ele vai funcionar perfeitamente como fabricante de nuvem para proteger o sacerdote adorador. Esta justificado, e o véu foi posto. No átrio afora, o altar de holocausto recebe as ofertas de manjares e os holocaustos, conforme as ordens divinas. Está em plena operação. Por fim a bacia recebe água para lavar! Água, ofertas, azeite, trigo, incenso e testemunho! Todo o material deve ser usado. Todas as peças estão funcionando com o seu material peculiar! Isto é justificação. Agora a coberta é pendurada na porta do pátio. A obra foi acabada. Isto quer dizer que uma única palavra não inclui todas os requisitos para a nossa eleição e funcionamento no reino de Deus. Depois que tudo está terminado, depois que sabemos que fomos conhecidos nele antes da fundação do mundo, que fomos predestinados nele para servir no seu Reino, então aceitamos o seu chamado e fomos e ele nos ungiu para nos separar definitivamente. Então começamos a operar corretamente com os elementos certos predeterminados para as necessidades de nosso serviço. Por isso ele nos justificou. E agora, aguardamos a glorificação que será conhecida com a sua vinda! Esta glorificação que experimentou o seu Filho em parte na sua transfiguração, e plenamente na sua chegada em glória. Esta glorificação nos encherá toda a nossa casa, todo o nosso Tabernáculo, que simboliza também o nosso corpo (2 Co 5:1-5). “E assim estaremos para sempre com o Senhor”. E ainda sobre os vasos defeituosos Paulo esclarece com argumentos extraordinários. Colocamos aqui parte deste argumento tirados do comentário de Romanos. “Romanos 9:20: Quem constrói o vaso é o oleiro. Ele o faz como o quer, cem por cento sua vontade. Mas quem dá destino ao vaso é quem o compra. A quem temos sido vendidos? A primeira parte da nossa vida é crer que o Oleiro nos fez para um determinado propósito, o qual se cumprirá dependendo daquele que o compra e o utiliza corretamente ou não. Não discutimos sobre a nossa formação e fim, mas podemos reclamar quando ao nosso uso. Romanos 9:21: O vaso que servirá para honra não é honrado por causa de seu material: ouro, prata ou barro! Não. Ele será honrará se tiver limpo, puro e for usado para toda boa obra. Mas se o vaso é rebelde, gosta de se sentir intocável, se sente frágil, deverá ser posto de lado e não servirá com honra porque é altivo, orgulhoso ou presunçoso. Vasos não úteis para toda boa obra são vasos usados para desonra. Vasos quebrados, vasos altivos podem servir para desonra. Mas Deus ainda pode usar vasos defeituosos para algum fim proveitoso e tornar-se vasos de honra. Romanos 9:22: Temos nos textos vasos da ira, vasos defeituosos, vasos de honra e vasos de desonra. Cada um deles tem um propósito, conhecido pelo Oleiro. Os vasos da ira não foram predestinados para a ira (1 Ts 5:9), porque todos foram destinados para a aquisição da salvação; tornam-se vasos que contém a ira porque seus corações são duros para com seu Criador, e este os utiliza para mostrar através deles o seu poder. Pessoas como Caim, Saul e Judas foram usados como vasos de ira porque durante a sua vida recusaram o apelo de Deus para a salvação e para perdão. Caim teve a oportunidade para fazer o bem, e foi redargüido para isto mais de uma vez (Gn 4:6,7). Saul teve a oportunidade de ser um rei ungido por três vezes, recusando todas as oportunidades (1 Sm 10:1; 1 Sm 15:1). Na primeira não disse “amém” para o seu chamado; na segunda não esperou o profeta; na terceira desobedeceu o profeta quando os amalequitas. Deus o suportou por quarenta anos. Satanás queria que Pedro fosse o traidor, e pediu permissão a Cristo para cirandá-lo. Jesus orou por Pedro. Judas teve a oportunidade de se converter durante todo o ministério de Cristo, mas continuou roubando, desde o princípio do ministério. Suas próprias práticas foram dando o seu destino como vasos de ira. Deus teve que suportá-lo por três anos. Sem Caim, o sangue de Abel jamais seria derramado, e seu sangue falou como sangue inocente até o derramamento do sangue de Cristo (Hb 12:22-24). Caim foi o vaso de ira. Por sua causa, toda a sua geração foi agiu igualmente e pior do que ele; e Deus teve que suportá-los até que pusessem para fora de si todas as vocações da humanidade, a imobiliária, a música e a arte, a agropecuária e a indústria. Saul foi o homem que Deus usou para preparar e purificar Davi. Judas foi o homem usado para que a execução da morte de Cristo fosse realizada. Vasos de ira são úteis para que profecias se cumpram. Os vasos defeituosos, são vasos que o Oleiro destina para uma emergência, têm algum defeito. Ainda podem ser usados de alguma forma. A igreja entrou nesta condição. Vasos defeituosos foram usados para uma obra emergente: vasos de misericórdia tirados do meio dos judeus e dos gentios. Deles, Deus chamou a Igreja. Estes vasos se tornaram vasos de honra, pois foram purificados e santificados, preparados pelo seu dono para toda boa obra. O mesmo Paulo escreveu ao seu discípulo em 2 Timóteo 2:20 sobre os vasos de honra e dos vasos de desonra: “Pois em uma mansão não somente há vasos de ouro e de prata, bem como também de madeira e de barro; uns usados para honra e outros para desonra”. A eleição dos vasos. A eleição divina não é por acepção de pessoas nem respeita vaso algum. Não podemos confundir o oleiro com o comprador. O Oleiro é o Senhor, que faz os vasos. Mas o comprador dos vasos é quem dá o destino aos vasos. O oleiro faz os vasos para um devido fim. Mas o seu comprador dá o fim que achar conveniente. Às vezes o Oleiro é o mesmo arrematador, quando o vaso está em leilão, pois ele sabe o seu valor real, e também conhece para que propósito foi feito. Numa mansão há vasos de honra e de desonra. Numa mansão há vasos de madeira e de barro, de ouro e de prata. Nas mãos do Senhor, não é o material do qual é feito o vaso que indica o seu fim proveitoso em honra ou o seu fim proveitoso em desonra. Pode ser que nas mãos do inimigo o vaso de ouro esteja sendo usado em desonra, como Saulo, mas o Senhor o arrematou das mãos de Satanás, fazendo-o um vaso de honra (At 9:15). Assim, o oleiro fica inescusável, pois ele fez o vaso com um fim, predestinado em sua forma e em valor, mas o comprador deu o destino que quis. Os vasos vivos como os homens têm vida e sobre si têm poder de possessão, e podem escolher os seus senhores que têm poder de posse. Paulo usará bem claramente a palavra “dono”, aquele que lhe dá o seu devido fim, conforme a sua vontade. Mas ele não é o Oleiro. O Pai é o oleiro, mas requer voluntariedade do vaso para que o Filho também seja o seu dono. Também em 2 Timóteo 2:21: “Portanto, se alguém limpa sua própria alma destas coisas, será usado como vaso puro servindo à honra, santificado e útil para uso de seu dono estando preparado para toda boa obra”. Há vasos que servem apenas a um único fim proveitoso, mas não são aptos para servir em toda boa obra. Dependendo do valor, o vaso é útil para a beleza, mas não para o serviço comum. Também depende do valor do vaso e do material do vaso para que sirva em toda boa obra. Mas Deus requer que o vaso seja puro, e não simplesmente valioso. Deus requer que o vaso seja santificado e útil. Muitos vasos a que têm muito valor, mas são inúteis. Romanos 9:23: Destes vasos defeituosos, Deus levantou a igreja. A obra do Espírito Santo foi preparar estes vasos, tirando deles toda mancha, a fim de apresentá-los úteis para toda boa obra. Ele os guardou antes dos tempos para mostrar neles a sua glória entre os vasos de honra. Como uma pessoa se torna um vasos de honra? Não chega a ser um vaso de honra por causa de seu material; não chega a ser vaso de honra por predestinação; não se torna vaso de honra por causa da posição que ocupa na mansão. Torna-se vaso de honra por causa de sua utilidade. Torna-se vaso de honra pelo produto que guarda; torna-se vaso de honra quando é purificado e santificado para toda boa obra. Assim Deus mostra a sua glória nos vasos que não serviam diante dos olhos humanos. Mas eles se tornaram vasos de misericórdia porque através deles, Deus mostrou as riquezas da sua glória. (Lc 10:20-21)”


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