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Apocalipse 4:4: “Havia vinte e quatro tronos ao redor do Trono”;

Trono do Pai

Os assistentes do trono (Ez 1:1-21): Estes 24 anciãos representam a igreja sacerdotal e real. Eles são reis e sacerdotes reais. Eles têm coroas, harpas, e taças. Têm vestimentas de sacerdotes. Não são os doze Apóstolos nem os doze Patriarcas, nem os doze filhos de Jacó. Eles são 24 anciãos que representam a igreja e são referenciais de tempo diante do trono de Deus. Deus tem dois referenciais de tempo, a árvore da vida e os 24 anciãos. A árvore da vida é o referencial dos meses, e os 24 anciãos são referenciais das horas. Eles são antítipos daquilo que Davi organizou nos seus dias. Semelhantes aos turnos de sacerdotes de Jerusalém, que adoravam diante da arca, ao mesmo tempo em que os sacerdotes sacrificadores ofereciam holocaustos em Gibeão, pois Davi fez a separação destes dois grupos nos seus dias. Nós, a Igreja, estamos em Gibeão, na Terra, oferecendo sacrifícios sem a arca, e os 24 anciãos estão diante da arca, ao vivo, oferecendo louvores. Os 24 anciãos, com vestes sacerdotais novas e portando coroas sobre a sua cabeça, estão em redor do trono. Eles são a realidade dos tipos, os 24 turnos que Davi instituiu no templo. O livro de 1 Crônicas, capítulo 24, nos revela que Davi fez mudanças no sacerdócio por causa da ociosidade que havia entre eles, pelo fato de não haver mais necessidade da condução do tabernáculo (1 Cr 23:26,32); por isso foram redistribuídos para o serviço do santuário. Por isso foram distribuídos em ordens, ou em turnos. Este número é muito significativo para Davi e para Deus (1 Cr 24): Vinte e quatro turnos, “duas vezes doze”. Juntamente com os turnos dos sacerdotes que foram instituídos para ajudar os príncipes de Deus (sumo sacerdotes) e os príncipes do santuário, que eram chefes do santuário (1Cr 24:4), também Davi introduziu ousadamente os 24 turnos dos cantores, que tinham por líder Asafe. A função deles era gloriosa, porque eles foram instituídos para tocar, cantar e profetizar cantando. Asafe foi o responsável pelo louvor diante da tenda que Davi ergueu perante o Senhor, no mesmo lugar onde o templo de Salomão foi erguido (1 Cr 16:37). Por que os grupos foram separados? Os grupos que foram introduzidos por Davi não ministravam juntos. Um grupo, que era o grupo dos sacerdotes, ministrava em Gibeão, onde estavam todas as peças do tabernáculo de Moisés, exceto a arca, que estava em Jerusalém. Mesmo assim eles ofereciam holocaustos contínuos, conforme a lei (1 Cr 16:39,40). Isto traz à luz significados extraordinários! Jesus não está mais na Terra com os homens, mas devemos sempre oferecer-lhe sacrifício de louvor
(Hb 13:15)! Jesus no céu, que corresponde à Jerusalém, onde estava a arca do tabernáculo de Davi, diante da qual estavam os cantores, com Asafe. Isto significa que os cantores estavam mais perto, muito embora eles precisassem dos sacrifícios oferecidos em Gibeão para continuarem ali. Isto explica a permanência dos 24 anciãos na presença de Deus. Eles precisam da Igreja para oferecer louvor em forma de incenso perante o Senhor. Os grupos estavam separados, mas unidos no propósito de glorificar a Deus! Um grupo em Gibeão, e outro grupo em Jerusalém. Um grupo na Terra e outro grupo no céu (Ap 5:8; Rm 8:26). O grupo dos 24 de Jerusalém cantava e profetizava porque não estava diante do altar de holocausto, em Gibeão. Era um louvor profético majestoso! O grupo de Gibeão oferecia os sacrifícios por fé, muito embora não ouvisse a música dos cantores de Jerusalém. Era algo maravilhoso aos olhos de Deus! Mas ambos entravam diante de Deus. Um grupo entrava com sangue até o altar de incenso: E no outro, já diante da arca, entrava com o seu correspondente, diante de Deus, com louvores 

FONTE: BRDN 2011 Dr. Aldery Nelson Rocha